Agentes de IA com GPT Codex e Claude Code: como transformar uma tarefa em um processo reutilizável
Fala, comunidade tech!
Você pede uma tarefa para a IA, recebe um resultado, faz ajustes e chega a uma versão que funciona. Na próxima vez que precisa fazer algo parecido, quanto desse trabalho consegue aproveitar?
Na Imersão em Agentes de IA com GPT Codex e Claude Code, que aconteceu em 15 de setembro, eu e o Diógenes mostramos como organizar esse processo. Passamos pela definição do agente, pelas ferramentas que ele pode acessar e pela criação de skills para reaproveitar instruções e formas de trabalhar.
Teve aplicação de flashcards, carrossel no Canva e análise de posicionamento no LinkedIn. E também teve funcionalidade incompleta e ajuste de acesso depois da publicação. Essas situações ajudaram a mostrar por que a validação faz parte do desenvolvimento com agentes.
Comece pelo trabalho que o agente precisa realizar
Antes de escolher a ferramenta, defina a tarefa. Qual resultado você espera? Quais informações o agente precisa consultar? Como você vai conferir se o trabalho ficou pronto?
Na live, usamos o My Agent Studio para apresentar visualmente elementos como papel, objetivo, comportamento e ferramentas. Depois, o Diógenes mostrou essa organização em instruções escritas para um projeto no Codex.
O agente recebeu o papel de tech lead de uma aplicação de flashcards, orientações para responder em português e a instrução de perguntar diante de ambiguidades relevantes.
Isso dá contexto às decisões que ele precisa tomar. “Crie uma aplicação” deixa muitas escolhas abertas. Explicar o objetivo, as regras e os critérios de conclusão ajuda a direcionar o trabalho e a revisão.
Defina os limites junto com as responsabilidades
Também conversamos sobre guardrails: limites para orientar a atuação do agente.
Um dos exemplos foi exigir autorização antes de gastar dinheiro. Se a execução encontrar um serviço pago, o agente precisa respeitar esse limite e solicitar uma decisão, em vez de contratar algo por conta própria.
A mesma atenção vale para os arquivos e as ferramentas aos quais ele tem acesso. Ao configurar um projeto, estabeleça quais ações podem ser executadas e quais precisam passar pela sua aprovação.
Essas decisões fazem parte da definição do trabalho. Quanto mais concreto for o limite, mais fácil fica conferir se o comportamento corresponde ao que você pediu.
O app de flashcards mostrou a importância de testar o resultado
Na demonstração com o Codex, o Diógenes começou por uma aplicação de flashcards sobre animais marinhos. Primeiro, pediu uma identidade visual com cores, tipografia e orientações de interface. Depois, solicitou uma representação visual para avaliar essas escolhas.
Com essa direção definida, avançou para uma tela sobre espécies de tartarugas.
A primeira versão já tinha uma interface que permitia conferir perguntas e respostas. Mas, ao testar, apareceu uma lacuna: a navegação entre os conteúdos ainda precisava ser completada. O feedback passou a pedir os outros tipos de tartaruga e a interatividade necessária para os cartões funcionarem.
Depois da publicação, também foi preciso ajustar o acesso para que outras pessoas conseguissem abrir a aplicação.
Esse exemplo deixa um aprendizado prático: teste o caminho que a pessoa vai percorrer. Abra a tela, use os controles, confira o conteúdo e verifique o acesso. Uma interface pronta para ser apresentada ainda pode precisar de ajustes para cumprir a tarefa.
Transforme o processo aprovado em uma skill
Quando você encontra uma forma de executar uma tarefa recorrente, pode registrar esse procedimento para reutilizá-lo.
Na imersão, mostramos skills como conjuntos de instruções que podem reunir critérios, exemplos e recursos para orientar um trabalho específico. O agente pode recorrer a esse material quando a tarefa correspondente aparecer.
O Diógenes apresentou um exemplo com carrosséis para o Instagram. Ele mostrou como combinava uma skill de identidade visual com outra dedicada à produção do carrossel, incluindo regras de pesquisa, construção do conteúdo e montagem no Canva.
A vantagem prática é manter referências e critérios disponíveis para o próximo trabalho. Você pode revisar e melhorar esse processo conforme encontra situações novas.
Para começar, escolha uma tarefa que já realiza com frequência. Execute, revise o resultado e registre o que precisa se repetir: entradas, etapas, critérios de qualidade e formato de entrega.
As ferramentas conectadas permitem executar o trabalho
Na demonstração do carrossel, o acesso ao Canva permitia produzir um design editável dentro da ferramenta.
Esse foi um dos exemplos usados para explicar a função dos conectores e do MCP na interação entre agentes e serviços. As instruções descrevem o trabalho; as ferramentas disponíveis permitem realizar ações no ambiente conectado.
Ao planejar seu agente, pense no resultado concreto. Para produzir um documento, analisar arquivos ou trabalhar em um design, ele precisa ter acesso aos recursos correspondentes. Confira também onde a entrega foi criada e se você consegue abrir e editar o resultado.
Uma análise de LinkedIn virou um procedimento reutilizável
Também demonstrei uma análise do meu perfil no LinkedIn a partir de um posicionamento profissional desejado.
As entradas eram o perfil e o objetivo de posicionamento. A entrega solicitada era um relatório que ajudasse a avaliar como as informações apresentadas sustentavam esse objetivo.
Depois, reutilizei a skill para analisar o perfil do Diógenes, com a autorização dele, sem precisar reconstruir todas as instruções.
Esse tipo de aplicação ajuda a enxergar o agente dentro de um processo: receber informações, aplicar critérios e entregar um resultado que pode ser revisado. A análise continua exigindo julgamento de quem vai usar as recomendações.
Leve esse aprendizado para um projeto que você consiga explicar
Você pode começar com uma aplicação pequena ou uma tarefa recorrente da sua rotina. Defina o objetivo, organize as instruções, conecte as ferramentas necessárias e valide a entrega antes de ampliar o escopo.
Registre também as decisões, os erros encontrados e as correções. Esse material ajuda a apresentar o projeto no portfólio e a explicar, em uma entrevista, como você usou IA para resolver um problema.
Na DIO, você encontra conteúdos para aprofundar sua formação em programação, IA e agentes. Com a Ultra Black Friday Antecipada da DIO, você pode reunir essa preparação com recursos para buscar as melhores vagas e salários em tecnologia:
✅ DIO PRO para sempre, com +2.150 cursos, bootcamps, projetos e formações para desenvolver habilidades, construir portfólio e comprovar experiência.
✅ DIO Global para sempre, com English4Tech, Masterclasses e vagas internacionais para se preparar para trabalhar remotamente do Brasil ou buscar oportunidades que podem pagar em dólar ou euro.
✅ 10.000 créditos do AI Job Hunter para analisar vagas, medir sua aderência e adaptar o currículo para ATS, para conquistar sua próxima vaga 3x mais rápido.
Você ainda conta com garantia total de 7 dias para conhecer os conteúdos e os recursos e pedir reembolso integral se não for o que esperava.
Clique aqui e aproveite a condição especial da Ultra Black Friday Antecipada da DIO
Até mais!



