Tem dev ganhando R$ 1 milhão por ano — e não é gênio
Existe uma coisa perigosa em trabalhar com tecnologia:
Você pode passar anos tentando aumentar seu salário dentro de um mercado que já tem um teto baixo para você.
A pessoa estuda mais.
Aprende outra linguagem.
Faz certificação.
Troca de empresa.
Negocia aumento.
E comemora quando consegue ganhar R$ 1.000 ou R$ 2.000 a mais.
Enquanto isso, existem empresas em outros países pagando valores que parecem completamente fora da realidade brasileira.
E é aí que muita gente pensa:
“Essas vagas não são para mim.”
Talvez sejam.
O problema é que muita gente olha para uma vaga internacional como se o profissional do outro lado fosse algum tipo de programador sobrenatural.
Não é necessariamente isso.
Empresas continuam procurando desenvolvedores capazes de resolver problemas, trabalhar bem em equipe, entender sua stack e entregar software.
Obviamente, conseguir uma boa vaga internacional não é simples.
Você vai competir com profissionais do mundo inteiro.
Inglês importa.
Experiência importa.
Conhecimento técnico importa.
Mas existe uma diferença enorme entre ser difícil e ser impossível.
E talvez o erro seja passar os próximos cinco anos pensando apenas em como conseguir uma vaga um pouco melhor no Brasil, quando você poderia usar parte desse tempo para construir um perfil capaz de disputar vagas no mercado internacional.
No vídeo novo do canal eu analisei vagas de desenvolvedor dos Estados Unidos que chegam a remunerações absurdas quando convertemos para reais.
Mais importante do que o salário, porém, é olhar o que essas empresas realmente estão exigindo dos candidatos.
Você pode descobrir que a distância entre você e algumas dessas vagas é menor do que imaginava.
👉 Assista à análise completa no YouTube:




