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Daniela Maciel01/02/2026 17:19
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Quando criar tecnologia deixa de ser impossível

  • #Low-code

**Tecnologia:** Low Code / Inteligência Artificia

Introdução

Meu contato com o Low Code não começou

por vontade de “virar programadora”.  

Começou por curiosidade, por um curso que iniciei na DIO e, principalmente, por uma necessidade: entender onde essa tecnologia poderia me ajudar e ajudar outras pessoas.

Minha intenção sempre foi aprender para usar essa ferramenta como algo poderoso, capaz de criar soluções reais. Eu queria entender até onde isso podia ir e como poderia transformar ideias em algo útil.

## O primeiro projeto: criar por cuidado

Meu primeiro projeto real com Low Code nasceu de uma necessidade muito pessoal: sou mãe e não posso estar 24 horas observando o que meus filhos estão fazendo no celular ou no computador.  

O medo não era apenas de eles estarem “perdendo tempo”, mas de estarem consumindo conteúdos inadequados ou até sofrendo algum tipo de abuso.

Foi assim que surgiu a ideia da **Babá Virtual**: um projeto pensado para cuidar, orientar e trazer mais segurança no uso da tecnologia pelas crianças.  

Não foi um projeto criado por moda, foi criado por necessidade, por atenção e por amor.

Nesse momento, percebi que a tecnologia podia ser mais do que entretenimento. Ela podia ser uma ferramenta de proteção, aprendizado e crescimento.

## Antes do Low Code: a sensação de incapacidade

Antes de conhecer o Low Code de verdade, eu achava que essas ferramentas não eram para mim.  

Eu usava inteligência artificial apenas para pesquisas simples: uma pergunta aqui, outra ali.  

Não fazia ideia de que era possível criar algo de verdade, como um aplicativo funcional.

Os termos técnicos sempre assustam: muitos nomes, muitas palavras difíceis, muitos conceitos que parecem distantes de quem não vem da área de tecnologia.  

Isso cria a sensação de que “isso não é para mim”.

Eu me sentia incapaz de criar algo real.  

Insegura.  

Achava que tecnologia era só para quem sabia programar muito bem.

Com o tempo, percebi algo importante: eu já usava muitos conceitos, só não conhecia os nomes técnicos deles.  

E mais importante ainda: eu não precisava dominar esses termos para começar a criar.

## O que o Low Code mudou em mim

Depois de conhecer o Low Code, minha percepção mudou completamente.

Hoje eu tenho certeza de que sou capaz de:

- criar um aplicativo  

- criar um projeto  

- escrever um artigo  

- transformar uma ideia confusa em algo organizado  

O Low Code abriu em mim a possibilidade de criação.  

Não só criação de aplicativos, mas criação de pensamento.

Ele transforma dúvidas em clareza.  

Medos em conversas lógicas.  

Ideias tortas em projetos possíveis.

Não é só uma ferramenta de desenvolvimento.  

É quase um espelho da mente, só que refletindo de forma organizada.

## Projetos em andamento: criar enquanto se aprende

Depois desse primeiro projeto, comecei outros aplicativos e ideias, todos ainda em fase de desenvolvimento e aprimoramento.  

Eles não estão prontos porque estou aprendendo no processo, ajustando, testando e evoluindo cada um conforme minhas possibilidades e o tempo disponível.

Eu comecei a criar de forma mais consistente há pouco tempo, e cada projeto representa uma etapa diferente do meu aprendizado com Low Code.  

Mesmo inacabados, eles mostram algo importante: a diversidade do que pode ser feito com essa tecnologia e como uma mesma ferramenta pode ser usada para resolver problemas diferentes.

Para mim, o mais valioso não é ter tudo pronto, mas estar no caminho da criação.

---

## Por que eu acredito que todos deveriam aprender Low Code

Eu acredito que Low Code deveria ser ensinado para todas as pessoas.

Eu já comecei em casa: ensinei minha filha de 8 anos a entrar em uma IA e pedir para criar uma história.  

Ela ainda não tem uma mente criativa totalmente desenvolvida, mas esse estímulo vai despertar isso nela.

Hoje, as pessoas consomem muita informação, mas pouca coisa realmente útil.  

Redes sociais estão cheias de vídeos engraçados, danças e conteúdos que não agregam crescimento humano.  

As crianças, principalmente, acabam absorvendo coisas que não ajudam a pensar, criar ou evoluir.

O Low Code e a inteligência artificial mostram outro caminho:  

o caminho da criação em vez do consumo.

Uma mãe pode tentar resolver um problema da casa.  

Um dono de farmácia pode tentar organizar melhor seu estoque.  

Uma oficina pode desenhar uma peça com medidas exatas.  

Uma pessoa com uma ideia pode transformá-la em projeto.

Mesmo sem saber tudo, a pessoa começa.

---

## Conclusão

Low Code não é só uma tecnologia.  

É uma mudança de percepção.

Ele mostra que criar não é privilégio de quem sabe programar.  

É possibilidade de quem tem uma ideia.

Para mim, ele representou sair da sensação de incapacidade e entrar no espaço da criação.  

E acredito que qualquer pessoa que queira crescer, aprender e transformar problemas em soluções pode se beneficiar disso.

Low Code não veio apenas para criar aplicativos.  

Veio para mudar a forma como as pessoas se enxergam diante da tecnologia.

# Quando criar tecnologia deixa de ser impossível: minha experiência com Low Code

**Tecnologia:** Low Code / Inteligência Artificial

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## Introdução

Meu contato com o Low Code não começou por vontade de “virar programadora”.

Começou por curiosidade, por um curso que iniciei na DIO e, principalmente, por uma necessidade: entender onde essa tecnologia poderia me ajudar e ajudar outras pessoas.

Minha intenção sempre foi aprender para usar essa ferramenta como algo poderoso, capaz de criar soluções reais. Eu queria entender até onde isso podia ir e como poderia transformar ideias em algo útil.

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## O primeiro projeto: criar por cuidado

Meu primeiro projeto real com Low Code nasceu de uma necessidade muito pessoal: sou mãe e não posso estar 24 horas observando o que meus filhos estão fazendo no celular ou no computador.

O medo não era apenas de eles estarem “perdendo tempo”, mas de estarem consumindo conteúdos inadequados ou até sofrendo algum tipo de abuso.

Foi assim que surgiu a ideia da **Babá Virtual**: um projeto pensado para cuidar, orientar e trazer mais segurança no uso da tecnologia pelas crianças.

Não foi um projeto criado por moda, foi criado por necessidade, por atenção e por amor.

Nesse momento, percebi que a tecnologia podia ser mais do que entretenimento. Ela podia ser uma ferramenta de proteção, aprendizado e crescimento.

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## Antes do Low Code: a sensação de incapacidade

Antes de conhecer o Low Code de verdade, eu achava que essas ferramentas não eram para mim.

Eu usava inteligência artificial apenas para pesquisas simples: uma pergunta aqui, outra ali.

Não fazia ideia de que era possível criar algo de verdade, como um aplicativo funcional.

Os termos técnicos sempre assustam: muitos nomes, muitas palavras difíceis, muitos conceitos que parecem distantes de quem não vem da área de tecnologia.

Isso cria a sensação de que “isso não é para mim”.

Eu me sentia incapaz de criar algo real.

Insegura.

Achava que tecnologia era só para quem sabia programar muito bem.

Com o tempo, percebi algo importante: eu já usava muitos conceitos, só não conhecia os nomes técnicos deles.

E mais importante ainda: eu não precisava dominar esses termos para começar a criar.

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## O que o Low Code mudou em mim

Depois de conhecer o Low Code, minha percepção mudou completamente.

Hoje eu tenho certeza de que sou capaz de:

- criar um aplicativo

- criar um projeto

- escrever um artigo

- transformar uma ideia confusa em algo organizado

O Low Code abriu em mim a possibilidade de criação.

Não só criação de aplicativos, mas criação de pensamento.

Ele transforma dúvidas em clareza.

Medos em conversas lógicas.

Ideias tortas em projetos possíveis.

Não é só uma ferramenta de desenvolvimento.

É quase um espelho da mente, só que refletindo de forma organizada.

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## Projetos em andamento: criar enquanto se aprende

Depois desse primeiro projeto, comecei outros aplicativos e ideias, todos ainda em fase de desenvolvimento e aprimoramento.

Eles não estão prontos porque estou aprendendo no processo, ajustando, testando e evoluindo cada um conforme minhas possibilidades e o tempo disponível.

Eu comecei a criar de forma mais consistente há pouco tempo, e cada projeto representa uma etapa diferente do meu aprendizado com Low Code.

Mesmo inacabados, eles mostram algo importante: a diversidade do que pode ser feito com essa tecnologia e como uma mesma ferramenta pode ser usada para resolver problemas diferentes.

Para mim, o mais valioso não é ter tudo pronto, mas estar no caminho da criação.

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## Por que eu acredito que todos deveriam aprender Low Code

Eu acredito que Low Code deveria ser ensinado para todas as pessoas.

Eu já comecei em casa: ensinei minha filha de 8 anos a entrar em uma IA e pedir para criar uma história.

Ela ainda não tem uma mente criativa totalmente desenvolvida, mas esse estímulo vai despertar isso nela.

Hoje, as pessoas consomem muita informação, mas pouca coisa realmente útil.

Redes sociais estão cheias de vídeos engraçados, danças e conteúdos que não agregam crescimento humano.

As crianças, principalmente, acabam absorvendo coisas que não ajudam a pensar, criar ou evoluir.

O Low Code e a inteligência artificial mostram outro caminho:

o caminho da criação em vez do consumo.

Uma mãe pode tentar resolver um problema da casa.

Um dono de farmácia pode tentar organizar melhor seu estoque.

Uma oficina pode desenhar uma peça com medidas exatas.

Uma pessoa com uma ideia pode transformá-la em projeto.

Mesmo sem saber tudo, a pessoa começa.

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## Conclusão

Low Code não é só uma tecnologia.

É uma mudança de percepção.

Ele mostra que criar não é privilégio de quem sabe programar.

É possibilidade de quem tem uma ideia.

Para mim, ele representou sair da sensação de incapacidade e entrar no espaço da criação.

E acredito que qualquer pessoa que queira crescer, aprender e transformar problemas em soluções pode se beneficiar disso.

  1. Low Code não veio apenas para criar aplicativos.

Veio para mudar a forma como as pessoas se enxergam diante da tecnologia.

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