Diário de Aprendizagem em Tecnologia BD-01 | Introdução aos Bancos de Dados Relacionais
- #SQL
O que aprendi na minha introdução aos Bancos de Dados Relacionais
Olá, comunidade!
Concluí o módulo de Introdução aos Bancos de Dados Relacionais do bootcamp Automação de Dados com IA, da DIO, e decidi registrar os principais aprendizados dessa etapa.
Meu objetivo com estes artigos não é ensinar como especialista. Estou construindo uma transição para a área de tecnologia e quero documentar, de forma organizada, o que estou aprendendo ao longo dessa jornada. Acredito que escrever sobre o conteúdo também é uma excelente forma de consolidar o conhecimento.
O primeiro passo foi entender que um banco de dados vai muito além de armazenar informações
Antes deste módulo, eu enxergava um banco de dados apenas como um local onde os sistemas guardavam informações.
Durante os estudos, percebi que existe toda uma estrutura por trás disso: modelagem, organização, relacionamentos, regras de integridade e desempenho. Tudo isso influencia diretamente a qualidade de uma aplicação.
Também conheci a diferença entre bancos de dados relacionais e outros modelos de armazenamento, entendendo por que os bancos relacionais continuam sendo amplamente utilizados em sistemas corporativos.
Modelagem: organizar antes de construir
Um dos conceitos que mais chamou minha atenção foi a modelagem de dados.
Aprendi que, antes de criar qualquer tabela, é importante entender quais entidades existirão no sistema, quais atributos pertencem a cada uma delas e como esses elementos se relacionam.
Nesse processo também aparecem conceitos fundamentais, como:
- Entidades
- Atributos
- Relacionamentos
- Cardinalidade
Percebi que uma boa modelagem reduz problemas futuros e facilita tanto o desenvolvimento quanto a manutenção do sistema.
Chaves primárias e estrangeiras fazem toda a diferença
Outro aprendizado importante foi entender a função das chaves.
A chave primária identifica cada registro de forma única.
Já a chave estrangeira cria o relacionamento entre tabelas, garantindo a integridade das informações.
Foi interessante perceber que grande parte das consultas SQL e dos relacionamentos entre tabelas depende desses dois conceitos.
SQL: a linguagem que conversa com o banco
Durante o módulo também comecei a utilizar a linguagem SQL.
Aprendi operações fundamentais como:
- CREATE
- INSERT
- UPDATE
- DELETE
- SELECT
Além disso, conheci a divisão dos comandos em categorias como DDL, DML e DQL. Mais importante do que decorar essas siglas foi entender quando utilizar cada comando no desenvolvimento de aplicações.
Consultas começam simples e podem ficar bastante poderosas
À medida que o curso avançou, as consultas ficaram mais interessantes.
Estudei filtros, ordenação de resultados, agrupamentos e funções agregadas, como COUNT, SUM, AVG, MIN e MAX.
Depois vieram os JOINs, um dos assuntos que mais gostei.
Passei a entender quando utilizar:
- INNER JOIN
- LEFT JOIN
- RIGHT JOIN
- FULL JOIN (conceitualmente)
Também aprendi sobre subconsultas (subqueries), que permitem utilizar o resultado de uma consulta dentro de outra, tornando as consultas muito mais flexíveis.
Normalização mudou minha forma de enxergar os dados
Um conceito que inicialmente pareceu simples acabou se mostrando extremamente importante: a normalização.
Antes, eu não imaginava que armazenar um endereço inteiro em uma única coluna pudesse causar problemas.
Ao estudar a Primeira Forma Normal (1FN), percebi como dividir corretamente informações como rua, número, cidade e estado melhora a organização dos dados, reduz inconsistências e facilita futuras consultas.
Foi um daqueles conteúdos que fizeram bastante sentido quando vi exemplos práticos.
Índices: desempenho também faz parte do projeto
Outro tema que despertou minha curiosidade foi o uso de índices.
Aprendi que um banco de dados pode até funcionar sem eles, mas isso não significa que ele será eficiente.
Conhecer o comando EXPLAIN e observar quantas linhas uma consulta precisa percorrer antes de encontrar o resultado mostrou, na prática, por que os índices são tão importantes para sistemas que armazenam grandes volumes de dados.
Foi um assunto que pretendo estudar com mais profundidade futuramente.
Um aprendizado que levarei para os próximos módulos
Se tivesse que resumir este módulo em uma única ideia, seria esta:
Um banco de dados não é apenas um lugar para guardar informações. A forma como os dados são organizados influencia diretamente a qualidade, a segurança e o desempenho de toda a aplicação.
Esse curso me deu uma base importante para compreender conceitos que aparecem em praticamente qualquer linguagem de programação ou framework.
Agora o próximo passo será avançar no uso de bancos de dados dentro das aplicações, entender melhor os ORMs e continuar praticando SQL em projetos reais.
A jornada está apenas começando, mas registrar cada etapa me ajuda a enxergar o quanto estou evoluindo.
Se você também está iniciando seus estudos em tecnologia, espero que esse registro possa incentivar você a continuar aprendendo, um conceito de cada vez.
Registrando, na prática, minha evolução em Dados, IA, Programação e Cibersegurança.

