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Mateus Gonçalves
Mateus Gonçalves11/10/2026 15:34
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5 coisas que eu aprendi participando do DIO Campus Expert 17

    Participar do DIO Campus Expert 17 me fez enxergar que construir uma carreira em tecnologia vai muito além de aprender ferramentas e acumular certificados.

    Durante minha jornada, percebi a importância da comunicação, do networking, da marca pessoal e da iniciativa para transformar conhecimento em oportunidades.

    Separei cinco aprendizados que levo comigo e que já consigo relacionar com experiências da minha própria trajetória.

    1. Conhecimento técnico precisa caminhar junto com comunicação:

    Tenho dedicado meus estudos à área de dados, especialmente BI e Analytics. Nesse processo, desenvolvi um projeto de portfólio para analisar quais municípios de Santa Catarina seriam mais promissores para a abertura de uma loja de materiais de construção.

    Mais do que trabalhar com Python, APIs, PostgreSQL e Power BI, esse projeto me mostrou a importância de explicar o problema de negócio, justificar a escolha dos indicadores e comunicar o valor que os dados podem gerar.

    Afinal, não basta construir um dashboard. É preciso mostrar como as informações podem ajudar alguém a tomar uma decisão melhor.

    2. Networking é construir relações, não apenas contatos:

    Uma das lições que levo do DIO Campus Expert 17 é a importância de participar de comunidades e se aproximar de pessoas que compartilham objetivos semelhantes.

    Minha atuação como embaixador estudantil da DIO.me reforça essa visão: estar em uma comunidade de tecnologia também significa incentivar o aprendizado, compartilhar oportunidades e contribuir para que outras pessoas avancem.

    Você não precisa esperar se tornar um profissional experiente para começar a construir conexões. Pode começar compartilhando o que está aprendendo e ajudando quem está alguns passos atrás.

    3. Sua marca pessoal é construída pelo que você faz:

    Tenho buscado fortalecer minha presença profissional no LinkedIn e no GitHub, compartilhando minha evolução na área de dados e documentando projetos de portfólio.

    Ao desenvolver meu projeto de BI, percebi que registrar as decisões tomadas, os indicadores escolhidos e as fontes de dados utilizadas ajuda outras pessoas a entenderem não apenas o resultado, mas também meu raciocínio.

    Isso me ensinou que marca pessoal não é apenas falar sobre o que você sabe. É demonstrar, por meio de experiências concretas, como você aprende e aplica esse conhecimento.

    Você não precisa dominar tudo para começar a mostrar sua evolução.

    4. Ensinar também é uma forma de aprender:

    Minha experiência com liderança no movimento escoteiro me mostrou a importância de orientar pessoas, organizar atividades e contribuir para o desenvolvimento de uma equipe.

    Essa vivência se conecta diretamente com a tecnologia: quando compartilhamos conhecimento, precisamos organizar nossas ideias, explicar conceitos com clareza e considerar as dificuldades de quem está aprendendo.

    Na área de dados, por exemplo, entender um conceito técnico é apenas parte do processo. Também precisamos conseguir explicar por que determinada métrica foi escolhida ou como uma análise pode ajudar o negócio.

    Aprendi que compartilhar conhecimento não diminui o que sabemos. Pelo contrário, pode nos ajudar a compreender melhor aquilo que estamos ensinando.

    5. Protagonismo significa transformar aprendizado em ação:

    Tenho buscado aplicar esse princípio na minha própria trajetória: concluí formações em Big Data & Analytics e Business Intelligence pela FIAP e comecei a transformar meus estudos em um projeto prático de BI.

    Em vez de ficar apenas na teoria, estou trabalhando na definição de indicadores, na validação de dados públicos do IBGE e no planejamento de um fluxo que envolve extração, transformação e armazenamento de dados.

    Esse processo também me ensinou que nem sempre teremos todas as respostas no início. Muitas vezes, precisamos pesquisar, testar hipóteses e validar informações antes de avançar.

    O mais importante é não deixar o aprendizado parado no certificado. É colocar o conhecimento em prática, identificar o que precisa melhorar e continuar evoluindo.

    O que fica dessa experiência?

    O DIO Campus Expert 17 reforçou uma ideia importante para mim: construir uma carreira em tecnologia exige mais do que conhecimento técnico. Também envolve comunicação, colaboração, posicionamento profissional e iniciativa.

    Quando olho para minha trajetória, percebo que esses elementos se conectam tanto ao meu projeto de BI quanto à minha atuação como embaixador estudantil e às experiências de liderança que tive fora da tecnologia.

    Ainda estou construindo meu caminho, mas entendi que não preciso esperar chegar ao meu objetivo para começar a contribuir.

    E você, o que está fazendo com aquilo que aprende?

    Escolha um conhecimento que adquiriu recentemente, transforme-o em algo prático e compartilhe sua experiência. Pode ser um projeto, uma publicação ou uma contribuição para sua comunidade.

    Às vezes, o próximo passo da sua carreira começa justamente quando você decide colocar o que aprendeu em movimento.

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